O deputado estadual Henrique Pires, do MDB, comentou na tarde desta quarta-feira, 24, em entrevista ao Jornal do Piauí, da TV Cidade Verde, a decisão que resultou no afastamento do secretário estadual de Educação, Washington Bandeira, e avaliou o cenário político em torno da possível indicação do secretário para a vaga de vice-governador na chapa que deve disputar a reeleição em 2026.
O deputado estadual Henrique Pires, do MDB, comentou na tarde desta quarta-feira, 24, em entrevista ao Jornal do Piauí, da TV Cidade Verde, a decisão que resultou no afastamento do secretário estadual de Educação, Washington Bandeira, e avaliou o cenário político em torno da possível indicação do secretário para a vaga de vice-governador na chapa que deve disputar a reeleição em 2026.
Durante a entrevista, o parlamentar lamentou a perda do espaço ocupado pelo MDB com o ex-presidente da Assembleia Legislativa Themístocles Filho, mas afirmou compreender a dinâmica política que envolve a decisão. Segundo ele, a força política do atual governador pesa de forma decisiva no desenho da chapa majoritária. Em avaliação sobre Bandeira, Pires reconheceu a trajetória e o desempenho à frente da Educação e indicou que, mesmo não sendo a decisão desejada por parte do partido, tende a apoiar a escolha.
“O entendimento do atual vice-governador, do nosso amigo querido Themístocles Filho, junto com o presidente do partido, Marcelo Castro, foi esse. Eu nunca fui chamado para uma reunião para debater o tema, mas meu voto sempre seria pela luta, pela permanência. Não está sendo possível. Eu não lembro da história do Piauí de um governador com uma aprovação tão grande e com possibilidade de reeleição que não fosse decisivo na escolha do seu vice. Vejo o secretário como preparado, um grande secretário de Educação, e isso se dá muito pela força e pelo trabalho do governador e de toda a sua equipe”, afirmou, avaliou o deputado.
Henrique Pires também analisou a relação do MDB com o governador Rafael Fonteles e destacou que a alta aprovação popular do chefe do Executivo estadual altera o equilíbrio tradicional das negociações políticas. Para ele, a condução do processo é consequência direta do capital político acumulado pelo governador ao longo do mandato.
Na entrevista, o parlamentar ainda abordou o desempenho eleitoral do MDB no Piauí, especialmente no que diz respeito à disputa por vagas na Câmara Federal. Ele reconheceu as dificuldades do partido em ampliar sua representação em Brasília, mas ressaltou que o MDB mantém uma bancada estadual atuante e com forte presença política no estado.
“O que vale para o fundo eleitoral, para a disputa de ministérios e para o peso nacional do partido é o número de votos para deputado federal e o número de federais eleitos. O MDB do Piauí infelizmente vai para mais uma eleição sem eleger deputado federal. É ruim para o partido, mas na vida a gente ganha e perde. A parte boa é manter uma grande bancada estadual que trabalha muito pelo Piauí”, declarou, ponderou.
Ao final da entrevista, Henrique Pires reafirmou que, apesar das divergências internas e das mudanças no desenho político para 2026, o MDB seguirá participando do projeto governista no estado, avaliando que o cenário impõe adaptações e escolhas que nem sempre contemplam todos os interesses partidários.
Durante a entrevista, o parlamentar lamentou a perda do espaço ocupado pelo MDB com o ex-presidente da Assembleia Legislativa Themístocles Filho, mas afirmou compreender a dinâmica política que envolve a decisão. Segundo ele, a força política do atual governador pesa de forma decisiva no desenho da chapa majoritária. Em avaliação sobre Bandeira, Pires reconheceu a trajetória e o desempenho à frente da Educação e indicou que, mesmo não sendo a decisão desejada por parte do partido, tende a apoiar a escolha.
“O entendimento do atual vice-governador, do nosso amigo querido Themístocles Filho, junto com o presidente do partido, Marcelo Castro, foi esse. Eu nunca fui chamado para uma reunião para debater o tema, mas meu voto sempre seria pela luta, pela permanência. Não está sendo possível. Eu não lembro da história do Piauí de um governador com uma aprovação tão grande e com possibilidade de reeleição que não fosse decisivo na escolha do seu vice. Vejo o secretário como preparado, um grande secretário de Educação, e isso se dá muito pela força e pelo trabalho do governador e de toda a sua equipe”, afirmou, avaliou o deputado.
Henrique Pires também analisou a relação do MDB com o governador Rafael Fonteles e destacou que a alta aprovação popular do chefe do Executivo estadual altera o equilíbrio tradicional das negociações políticas. Para ele, a condução do processo é consequência direta do capital político acumulado pelo governador ao longo do mandato.
Na entrevista, o parlamentar ainda abordou o desempenho eleitoral do MDB no Piauí, especialmente no que diz respeito à disputa por vagas na Câmara Federal. Ele reconheceu as dificuldades do partido em ampliar sua representação em Brasília, mas ressaltou que o MDB mantém uma bancada estadual atuante e com forte presença política no estado.
“O que vale para o fundo eleitoral, para a disputa de ministérios e para o peso nacional do partido é o número de votos para deputado federal e o número de federais eleitos. O MDB do Piauí infelizmente vai para mais uma eleição sem eleger deputado federal. É ruim para o partido, mas na vida a gente ganha e perde. A parte boa é manter uma grande bancada estadual que trabalha muito pelo Piauí”, declarou, ponderou.
Ao final da entrevista, Henrique Pires reafirmou que, apesar das divergências internas e das mudanças no desenho político para 2026, o MDB seguirá participando do projeto governista no estado, avaliando que o cenário impõe adaptações e escolhas que nem sempre contemplam todos os interesses partidários.


















































