Em seu discurso, Bolsonaro agradeceu por voltar ‘ao seu Nordeste’, disse que enfrentou a pandemia, uma crise de água e as consequências da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, mas que o Brasil continua firme.
“Peguei um Brasil com sérios problemas éticos, morais e econômicos. Convidamos o que tinha melhor naquele momento, alguns se fazem presentes, um terço dos nossos ministros são nordestinos e foram conhecidos por sua capacidade e a capacidade do nordestino é reconhecida nos quatro cantos do nosso país e fora dele”.
No discurso, o presidente ainda enalteceu pautas típicas do bolsonarismo, como a política de armar a população e o combate à ideologia de gênero.
“Uma questão muito importante para todos nós. Quase todo mundo aqui tem filhos e netos e nós queremos que os nossos filhos e netos sigam a linha das nossas famílias, que deles seja afastada da sala de aula a ideologia de gênero”, declarou o presidente.
Em seguida, acrescentou: “Não podemos admitir que não se nasce homem ou mulher. Que se decida o sexo lá na frente. Isso é inadmissível. Isso não pode ser aceito por qualquer um de nós. Aceitamos o comportamento de quem quer que seja depois de uma certa idade. Cada um vai ser feliz da maneira que ele achar melhor, mas esse tipo de ideologia nas escolas nós não podemos e não admitimos”.
Durante todo o discurso, Bolsonaro propôs um comparativo com as gestões do PT. “Conhecemos na pele o que foi feito nos últimos 14 anos no Brasil, não queremos isso de volta, não estamos aqui fazendo campanha política”, afirmou. Outro ponto destacado por ele foi o combate à corrupção. “Não roubar não é virtude, é obrigação de cada nós”.
Ele voltou a atribuir a alta nos preços dos combustíveis aos governadores. “O pessoal reclama do preço dos combustíveis, mas desde 2019 congelamos o preço dos impostos federais de todos os combustíveis”, disse.
Na ocasião, o líder do Planalto voltou a levantar suspeitas sobre o sistema eleitoral. “Teremos eleições limpas, não podemos admitir que 3 ou 4 pessoas decidam ou definam como vem a ser essa eleição. A alma da democracia é o voto e a contagem dele faz parte dessa alma”,

O ministro da Casa Civil usou um discurso similar ao que o presidente Bolsonaro vem adotando, o de combate à corrupção, sinalizando que não houve desvios em nenhuma obra da atual gestão.
“Podemos transformar isso aqui numa nova Califórnia. O Nordeste não precisa de coronel, nem dono, e para libertar nosso povo nós temos que ter um Messias comandando esse Estado, esse país”.

















































